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Hein!?

Jack Kerouac

Geração Beat
Ainda com resquícios da segunda Guerra Mundial, duas gerações de jovens de todo o mundo se equilibravam em ideologias de liberdade e paz nos anos 60. Numa vida de copos, sedas, isqueiros e muita carona, embarcavam todos em uma nova viagem, a viagem de uma geração chamada Beat. Mais tarde batizada de Beatniks.

Movimento criado pelo escritor Jack Kerouac, o termo beat era usado para descrever umaa fechada comunidade de amigos, formada por artistas, escritores e marginais boêmios da época. Todos jovens americanos que durante a segunda guerra mundial não se identificavam com os soldados e nem com a sociedade dominante na época. Não acreditavam em empregos normais e tinham de lutar para sobreviver, viajando de carona o país inteiro porque não conseguiam ficar em um lugar certo tempo sem se entediar. Beat também representa santidade e Kerouac, um católico devoto – antes do budismo – que estava tentando resgatar a santidade dos oprimidos.

A geração Beat escrevia literatura e poesia, experimentava novos estilos como a “Prosa Espontânea”, de Kerouac, e novos caminhos de sobrevivência. Os Beatniks empurravam o termo liberdade para sua limitada “Sociedade Responsável” com aventuras que incluíam crimes, festas hedonistas e o uso de drogas expansoras da mente.

A geração Beat abriu os olhos do mundo para o não convencional, e fez sua marca como o movimento literário mais significante dessa década, gerando um estilo de literatura bem particular. Caracterizados por uma maneira bem solta de escrever, esquecendo regras, usando gírias e criando termos, os escritores dessa geração eram considerados autênticos transgressores. E fizeram história. Entre eles se destacam: Allen Ginsberg, autor de Hownl e Jack Kerouac, com On The Road.

Na fotografia: Jack Kerouac, 1958

Weberth Mota
[ouvindo: Pedro Moraes]
[lendo: O Mundo Acabou, Alberto Villas]

Seu texto me deu uma saudade!!!! rs...
Embora eu tenha vivido muito deste tempo, só vim conhecer Ginsberg bem mais tarde. E vi nele a tradução de muita coisa que intuíamos em nossas comunidades, lá nos anos 60.
Gosto especialmente da liberdade de pensamento da literatura beat que quebra o cartesianismo da nossa poesia. E gosto especialmente de alguns poetas (meus amiguinhos) que têm em sua produção uma grande influência beatnik.
Pois é, parceiro. Tá vendo como gostei do tema? rs...
Beijos procê.

E há quem compare o movimento Beat com o Gótico. Nã vejo ligação.Bom ler esse texto!.

O meu post é sobre o que os jovens pensam sobre cultura. Acho que o senhor vai gostar de saber o que eles responderam. Bom domingo

Maravilhoso!!!

E viva Jorge Mautner!!! (rsss)
Bjs

Obrigada pelas informações. Parei para ler seu texto porque tinha vontade de saber mais informações a respeito do tema.
Ray

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